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Conhecendo a mim mesma depois de ter trazido ao mundo um novo ser através das terapias holísticas.

Depois de ter o seu bebê você já deve ter sentido que não se reconhece mais. Eu me senti assim depois de parir o meu filho Benjamin, e sabe o que descobri? Isso acontece porque já não somos mais as mesmas!

Pra mim ser mãe foi, é e seguira sendo como um curso intensivo de aprendizado humano. Eu realmente me desconheci saindo do puerpério, que de por si não foi nada fácil a nível físico com a amamentação. Mas uma vez passada essa etapa e parecendo que tudo ia melhorando a minha cabeça começou a ficar confusa. Quem era eu? Quem era essa pessoa que reclamava da quantidade de responsabilidades novas que tinha? Quem era aquela pessoa que não tinha mais contato com outras pessoas que não sejam marido e filho? Quem era essa mulher que tinha perdido a conexão com o que acontecia no mundo fora de casa? De quem era esse corpo com os peitos enormes, gorda (desde meu ponto de vista daquele momento), que se olhava no espelho e tinha perdido toda beleza? Quem era esse ser que teve que sair de urgência a comprar roupas novas para seu novo corpo e para a nova função dele, amamentar e carregar um bebê? E quem era essa pessoa que de repente se sentia tão sozinha e criticada pelos outros?

Quando começaram esses questionamentos entendi que era preciso mudar, pois estava no fundo do poço, tinha chegado ao limite e era necessário um impulso que me tirasse de lá… só não sabia como mudar nem porquê, inventei milhões de medos, sofrimentos e desculpas para encobrir a minha real necessidade. Estava pronta para a próxima etapa. Ai achei que tinha que ver com meu corpo físico, cortei o cabelo radicalmente e quase sem pensar! Mas depois percebi que não era bem isso. Então, peguei a bicicleta e comecei a andar. Aquilo fez melhorar o meu humor mas enquanto amamentava e comia daquele jeito, nem uma grama perdida. Já mais disposta comecei um curso de arte terapia. Nossa! comecei a me sentir bem! Eu tinha um tempinho pra mim, estava aprendendo a pintar aquarelas e aquilo me fazia voltar pro aqui e agora.

Com o tempo precisei de mais, meu filho estava crescendo e eu também!

Comecei a me reconectar com minha espiritualidade e isso me apresentou muitas pessoas novas, me fez abraçar causas, me deu um senso de qual era a minha parcela de responsabilidade neste planeta e até me fez encontrar a minha missão mais imediata. Isso! Era essa a minha real necessidade. A pergunta, desde o início, deveria ter sido: “Qual é a minha missão agora que sou outra pessoa?”

Mas como é que eu fiz isso? Comecei a meditar, e na meditação vinham pequenas mensagens sutis. Comecei a conectar os pontos entre essas mensagens e o que acontecia comigo no dia a dia. Um comentário, um número, uma aula, uma conversa, um anuncio ou post nas mídias sociais começaram a traçar um caminho. A mensagem mais clara foi “ Você tem que valorizar e fazer com que outros valorizem também as terapias holísticas”. E da onde veio isso? Tive que investigar! Mas tudo foi muito natural. Tendo isto como missão o caminho foi ficando cada vez mais claro. Eu não sabia como nem quando ia conseguir fazer isso mas eu sabia  “O QUÉ” e com fé sabia que o resto viria sozinho, pois quem estava comandando era a minha essência . Deixei “O COMO” com meu ego e ainda estou na procura mais energizo todos os dias essa nova missão que começou com a maternidade e acabara quando?…. veremos…

A maternidade me fez renascer, me fez abrir os olhos e me fez sair pra um mundo novo.
Como tinha essa missão, o primeiro que pensei foi: “ Se eu tiver que valorizar as terapias holísticas, devo conhecer a maior quantidade possível delas.”

E assim foi que comecei a experimentar várias. Confesso que fiquei até surpresa com a maioria delas. Todas tinham alguma coisa a curar em mim. O que uma não resolvia, conhecia outra que dava certo. A aroma terapia por exemplo, me ajudou com minha concentração, determinação e empatia e isso tirou a minha ansiedade, e adivinhem que? Aquilo regulou a minha apetite! Já não precisava comer biscoitinhos a cada 2 horas… Aquilo na verdade era um comportamento que tinha adquirido em relação a minha carência emocional. Curado isto, é claro que meu corpo físico emagreceu bastante.

As terapias holísticas permitiram me autoconhecer melhor como ser cíclico, como mulher, como mãe, como filha, como esposa, como irmã e como todos os papeis que cumpro nesse planeta. Como ser racional, como ser emocional, como ser espiritual e como ser humano.

Então agora consigo entender que tudo está bem. Aquelas críticas que eu sentia foram uma projeção dos meus próprios medos. Na verdade ninguém lá fora tinha culpa do que eu sentia, do que eu vivia. Tudo estava dentro de mim, só precisava me conhecer e reconhecer.

Nessa trilha criei uma rede de apoio muito forte que me deu mais força para seguir em frente. Foram outras mulheres. Essas mulheres, passaram por momentos duros igual a mim. Essas mulheres hoje são fortes igual que eu, porque juntas conseguimos a conexão que nos fortalece mais e mais a cada passo neste caminho.

É claro que o aprendizado ainda não acabou, continuo no caminho, e acho que sempre estarei nele. Só que agora não estou mais sozinha.

Nina Bazán

Doula e terapeuta holística.

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